
Van Dyck estudou com Peter Paul Rubens, famoso na época, em sua cidade natal, Antuérpia. Depois, instalou-se na Inglaterra e ganhou a posição de pintor oficial da corte do rei Carlos I, em 1632. Retratou o refinamento e a elegância da aristocracia inglesa. Carlos I era um grande patrono das artes e conferiu-lhe o título de sir Anthony van Dyck.
Carlos I, da Inglaterra, caçando é uma das obras em que se pode observar as características da pintura do artista.
Um comentário:
Tivemos uma discussão interessante sobre a arte, na aula de semiótica: Partindo do ponto que na semiótica, o significado pode variar conforme o espectador. Assim, o artista não pode dizer que aquilo que o espectador viu não é o que ele quis dizer. A pergunta foi: A arte é semiótica?
A resposta que o professor Humberto entendeu é de que a arte extrapola o limite da semiótica. Para entender a obra de um artista, é por demais importante saber da vida e do tempo que este artista viveu. E se isso é necessário, vai muito além do que a semiótica permite.
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